Mapeamento pedológico · Setor sucroenergético

Para colher mais longe, é preciso conhecer o chão onde se planta.

Experiência e tecnologia juntas por uma maior produtividade. Nós vamos fundo em cada análise de solo para que você, produtor, vá mais longe em cada colheita.

2,5 mi ha
mapeados no Centro-Sul
30+ anos
de dado pedológico canavieiro
Desde 2013
origem no CTC
Padrão Embrapa
SiBCS 2018 + CTC
Metodologia e herança técnica: Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) Embrapa · SiBCS 2018 Ambientes de Produção Edafoclimáticos
O que fazemos

Do levantamento de campo à decisão no talhão

Oito frentes de consultoria que transformam o solo em informação aplicável — para plantio, reforma, manejo e colheita.

Mapeamento pedológico

Você sabe quais solos tem na sua propriedade e a melhor forma de manejá-los? Mapa de Solos conforme o SiBCS Embrapa (2018).

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Ambientes de Produção

Mapas de Ambientes de Produção Edafoclimáticos — o sistema interpretativo do CTC aplicado à cana.

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Potencial produtivo

Caracterização de potencial de produção para implantação de novas usinas e destilarias, e áreas de expansão.

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Aquisição & arrendamento

Identificação de solos para conhecer a fundo o potencial de propriedades antes de comprar ou arrendar.

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Zonas de Manejo

Sistema CSolos de Zonas de Manejo — mais uma evolução no uso de mapas de solos no setor sucroenergético.

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Blocos de colheita

Definição e planejamento de blocos de colheita ao longo da safra, sob medida para cada operação.

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Cursos de aplicação

Treinamento e capacitação do corpo técnico do cliente na interpretação e aplicação dos mapas de solos.

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Canavial visto de cima
Base pedológica de 2,5 milhões de hectaresCuradoria técnica CSolos · padrão CTC/Embrapa · Centro-Sul do Brasil
Dado que vira decisão

O maior acervo de solos canavieiros a serviço da sua produtividade

Mapear, analisar e compreender as variáveis do solo facilita cada escolha do produtor — da variedade ao manejo, da reforma à colheita. É isso que colocamos em cada projeto.

Trabalho de campo criterioso somado ao processamento de escritório, sob os padrões do Sistema Brasileiro de Classificação do Solo (Embrapa, 2018) e a metodologia consagrada do CTC.

Nossa história e metodologia
Classes de solo · SiBCS Embrapa

Os quatro solos que mais definem o canavial

Nas áreas de cana do Centro-Sul, quatro classes do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos concentram a maior parte das decisões de plantio e manejo. Conhecê-las é o primeiro passo do mapeamento CSolos.

Latossolos
Lixiviados · altamente desenvolvidos

Muito intemperizados e sem incremento de argila em profundidade. Cores brunadas, avermelhadas ou amareladas; fração argila de caulinita e óxidos de Fe/Al, com CTC ≤ 17 cmolc kg⁻¹. Profundos e de excelente aptidão física.

Argissolos
Acúmulo de argila em subsuperfície

Identificados pelo maior teor de argila nos horizontes subsuperficiais, formando gradiente textural ao longo do perfil. Cauliníticos, oxídicos ou alíticos; cores de bruno-acinzentada a avermelhada, com matizes amarelos e vermelhos.

Nitossolos
Argilosos · bem estruturados

Textura argilosa a muito argilosa, com pouco incremento de argila em profundidade e estrutura em blocos ou prismas. Geralmente profundos, do vermelho ao bruno, com cerosidade (filmes de argila) nos agregados subsuperficiais.

Cambissolos
Moderadamente desenvolvidos

Pequeno desenvolvimento pedogenético e pouca diferenciação de horizontes (cor e estrutura). A variabilidade do material de origem gera ampla variação química e granulométrica — exigindo mapeamento criterioso.

2º nível categórico · Chave do SiBCS

Os subtipos de cada grupo

Dentro de cada ordem, o SiBCS distingue subordens pela cor, drenagem, material de origem e matéria orgânica — o nível de detalhe que orienta a prescrição no campo.

4 Latossolos

  • Latossolos VermelhosCores vermelhas acentuadas por altos teores de óxidos de ferro; profundos, porosos e uniformes, em ambientes bem drenados.
  • Latossolos Vermelho-AmarelosCores intermediárias entre vermelho e amarelo; muito profundos e uniformes; ampla ocorrência nacional em relevo plano a ondulado.
  • Latossolos AmarelosCores amareladas uniformes em profundidade; de materiais sedimentares (Formação Barreiras/Alter-do-Chão); comumente argilosos e coesos.
  • Latossolos BrunosCores brunadas com enriquecimento de matéria orgânica; clima subtropical do Sul, derivados de basalto e riodacito.

5 Argissolos

  • Argissolos VermelhosCores vermelhas acentuadas (óxidos de ferro), bem drenados; fertilidade natural muito variável conforme o material de origem.
  • Argissolos Vermelho-AmarelosUma das classes mais extensas do Brasil; ocorrem em relevos mais acidentados e dissecados que os Latossolos.
  • Argissolos AmarelosCores amareladas; boa retenção de umidade e permeabilidade; limitação por fertilidade baixa e risco de erosão pela diferença textural.
  • Argissolos AcinzentadosCores acinzentadas por restrição de drenagem nas camadas superiores (até ~1 m); fertilidade baixa e período seco que limita o uso.
  • Argissolos Bruno-AcinzentadosCores bruno-acinzentadas por drenagem restrita e matéria orgânica; típicos de regiões de clima temperado.

3 Nitossolos

  • Nitossolos VermelhosCores vermelhas a vermelho-escuras, argilosos, estrutura em blocos forte; de rochas básicas/ultrabásicas. A clássica “Terra Roxa Estruturada”.
  • Nitossolos BrunosCor bruno-amarelada, argilosos, estrutura prismática que se desfaz em blocos. Antiga “Terra Bruna Estruturada”.
  • Nitossolos HáplicosDesenvolvidos de outras rochas (calcário, metamórficas, gnaisses, migmatitos). Antiga “Terra Roxa Estruturada Similar”.

3 Cambissolos

  • Cambissolos HúmicosHorizonte A húmico, cor escura rica em matéria orgânica; associados a climas frios de altitude ou subtropical do Sul.
  • Cambissolos HáplicosSem horizonte A húmico; comuns em relevos forte-ondulados a montanhosos.
  • Cambissolos FlúvicosDesenvolvidos de sedimentos aluviais ao longo de várzeas fluviais; níveis de fertilidade natural variáveis.

Classificação conforme a Chave do SiBCS (Embrapa · Sistema Brasileiro de Classificação de Solos). A paleta deste site é inspirada na cor do Latossolo Vermelho eutroférrico (o antigo Latossolo Roxo) — a Terra Roxa, solo de basalto profundo e altamente fértil do canavial.

Classes de Solos do Brasil — Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (Embrapa)
Classes de Solos do Brasil · Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS). Fonte: Embrapa Solos · ampliar ↗
Nossa metodologia

O tripé que sustenta cada projeto CSolos

01

Variedades

A escolha varietal certa para cada tipo de solo e condição — base do planejamento agrícola.

02

Ambientes de Produção

A classificação edafoclimática do CTC (desde 1992) que traduz o solo em potencial produtivo.

03

Manejo Agronômico

Recomendações específicas de manejo, do plantio à colheita, para extrair o máximo de cada área.

Na raiz, a experiência

Quatro décadas de solo até a CSolos

Anos 80

O começo do mapeamento canavieiro

Instituições brasileiras começam a mapear os solos das áreas de cana no país.

1992

Ambientes de Produção Edafoclimáticos

O Centro de Tecnologia da Copersucar (CTC) cria o sistema de classificação de terras específico para a cana no Brasil.

2008

Padrão para o Centro-Sul

O CTC estrutura um grupo de especialistas e mapeia ~1,5 milhão de hectares para o setor sucroenergético.

2013

Nasce a CSolos

O CTC terceiriza seu mapeamento de solos e surge a CSolos Mapeamento e Consultoria, unindo herança técnica e tecnologia.

Ecossistema

Parcerias & instituições

Construímos conhecimento junto a instituições de referência do agro brasileiro.

Instituto Agriciência
Coopercitrus
AFCRC
Grupo IDEA
Centro de Tecnologia Canavieira (CTC)
Clientes

Usinas e grupos que já conhecem o próprio solo

Grupos sucroenergéticos de todo o Centro-Sul que já confiaram à CSolos o mapeamento pedológico e os Ambientes de Produção de suas áreas de cana.

Vamos ao campo

Juntos, colhemos grandes resultados

Conte para a gente o desafio da sua área. Nosso corpo técnico monta um projeto sob medida — do mapeamento à recomendação de manejo.